LA MUERTE DE SARAMAGO
por Atilio Boron. (Prof. Ciências Políticas, Universidade de Buenos Aires)
José Saramago ha fallecido, pero sus ideas y sus enseñanzas vivirán para siempre. Entre las muchas expresiones de su pensamiento, tanto escrito como oral, elegimos esta breves palabras pronunciadas en una de sus últimas conferencias públicas en relación a la democracia; o a lo que más propiamente hemos denominado en nuestro Aristóteles en Macondo el "fetichismo democrático". Es un pasaje que no alcanza siquiera a los dos minutos y en él Saramago expone brillantemente las insalvables limitaciones de la democracia en la sociedad capitalista. La conclusión que se deriva de sus palabras, respaldadas por una abrumadora evidencia a la vez histórica y contemporánea, es que quien no esté dispuesto a hablar de socialismo no puede hablar de democracia. O, dicho de otro modo, quien se abstiene de cuestionar radicalmente al capitalismo debe callar a la hora de hablar de la democracia. Pero, escuchemos a Saramago:
José Saramago há falecido, mas suas idéias e seus ensinamentos viveram para sempre. Entre muitas expressões de seu pensamento, tanto escrito como oral, escolhemos estas breves palavras pronunciadas em suas últimas conferencias públicas em relação à democracia: ou ao que mais propriamente denominamos em nosso Aristóteles em Macondo o “fetichismo democrático”. É uma passagem que não alcança aos dois minutos e nele Saramago expõem brilhantemente as insalváveis limitações da democracia na sociedade capitalista. A conclusão que se deriva de suas palavras, respaldadas por uma abrumadora evidencia histórica e contemporânea, é que quem não estiver disposto em falar de socialismo não pode falar de democracia. Ou, dito de outro modo, quem se abster de questionar radicalmente o capitalismo deve calar na hora de falar de democracia. Pero, escutamos a Saramago:
http://www.youtube.com/watch?v=gDMF4XgGbV4
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